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ERROS MAIS COMUM NA ACADEMIA.
1º Fazer apenas musculação ou exercício aeróbio
Ambas as modalidades são complementares. “No caso das pessoas que fazem musculação, atividades aeróbias, como a corrida, aumentam a capacidade do sistema de oxigenação, pouco trabalhado no levantamento de peso”, explica Paulo Correia, fisiologista do esporte da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Já quem se dedica apenas ao exercício cardiovascular precisa da musculação para prevenir lesões — com pouca massa magra, o trabalho das articulações fica limitado e fragilizado. Uma das formas de combinar as duas modalidades é o treinamento em circuito, que consiste em fazer exercícios de musculação sem pausas entre eles. Esse treinamento eleva a frequência cardíaca e queima mais calorias do que a musculação convencional.
2°Extrapolar os limites do corpo no exercício aeróbio
A corrida, o ciclismo e outros exercícios aeróbios beneficiam o sistema cardiovascular e aliviam o stress — desde que praticados dentro de um limite saudável. Dores musculares mais fortes do que o normal durante o exercício e no dia seguinte à prática são conhecidos sinais de que se ultrapassou o limite. Outra evidência é a falta de ar. “Se uma pessoa sentir falta de ar durante o exercício, precisa diminuir o ritmo”, diz Luiz Fernando Kruel, especialista em ciência do movimento humano e coordenador do grupo de pesquisas de atividades aquáticas e terrestres da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).aprime33
Antes de começar a praticar treinos aeróbicos, é recomendável submeter-se a um teste ergométrico, exame que avalia a resposta cardíaca a diferentes intensidades de exercício e define a frequência cardíaca máxima individual. O teste pode, ainda, diagnosticar sintomas relacionados a doenças no coração. Outra dica é, durante o exercício, utilizar um frequencímetro, dispositivo que mede a frequência cardíaca. “Na falta do aparelho, a sensação subjetiva do esforço — leve, moderado, forte e muito forte — também serve de parâmetro”, diz Renata Castro, coordenadora do Serviço de Clínica Médica do Hospital Oeste D’or e especialista em medicina do exercício e do esporte.
3º Exagerar na carga
Esse é um erro comum entre os adeptos da hipertrofia, modalidade de musculação focada no ganho de massa muscular. A cada contração, as fibras musculares sofrem microlesões, que, ao se regenerarem, tornam o músculo mais resistente e volumoso — o desejo de todo atleta. O problema é que o peso exagerado pode fazer o músculo se distender demais e, no processo de regeneração, criar fibroses, machucados que causam perda de elasticidade. “Além disso, ao exagerar no peso, a pessoa transfere o esforço do exercício para outras articulações e, principalmente, para as costas, o que pode lesionar seriamente a coluna”, explica Flavia Martinez, educadora física e diretora do Laboratório do Exercício, da Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
4ºNão ter uma rotina de treino
Treinar uma semana sim, duas não; sumir da academia por um mês; não se exercitar por quatro dias seguidos. Esses são alguns exemplos de falta de rotina no treinamento. “Caso a pessoa não mantenha a regularidade no treinamento, ela não colherá benefícios cardiovasculares e musculares. O corpo precisa ser exercitado regularmente para sair da fase de acomodação e fazer as mudanças necessárias para se adaptar ao estímulo do exercício”, diz Flavia Martinez.
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